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Roube Essa Ideia O quanto Antes

Como D&D um dia me fez ver o mundo meio torto

2001, terceira edição a mil, tradução da Devir, aquele livro lindo com uma aparência de grimório, umas artes com cara de rascunhos do Da Vinci no início dos capítulos, as belas artes de Lockwood e Wayne Reynolds, aquele monte de bônus e mecânicas que não tinha na 2e, enfim, não esqueço meu fascínio quando abri meu Livro do Jogador da terceira edição pela primeira vez. Lembro dos meus primos geração xerox apontando um defeito atrás do outro, reclamando de uma pá de coisas - e talvez eles até tinham algum fundamento em meio a todo aquele conservadorismo que permeava a raiva deles com a nova edição do D&D. Mais tarde eles de fato se provariam certos (ao menos pra mim). E a terceira edição tinha daquilo né, quando saíram os livros básicos havia monstros com bônus de Testes de Resistência tão altos que me parecia irrealista um personagem, mesmo com vinte níveis, conseguir impor certas magias ou efeitos sobre as eles. Não tinha como o Tarrasque falhar num TR de Constituição em co...
S im, você já ouviu falar de um tal de Forgotten Realms. Um monte de coisa de D&D fala desse bagulho e você acabou sacando que é tipo um mundo padrão do jogo. Mas quando você foi tentar sacar realmente de qual é a desse negócio a parada se mostrou mais tensa que o previsto, e quando você pediu ajuda te recomendaram ler uma wiki com milhares de artigos ou uns calhamaços de edições passadas.    Boa parte das pessoas conheceu Forgotten Realms aos poucos. Até porque conhecer tudo de uma vez é humanamente impossível mesmo, tem suplementos demais e centenas (isso mesmo, mais de cem) romances nesse cenário. A parada deve ser mais bem documentada que a história do Brasil e de fato é meio sem noção tentar digerir o cenário rapidamente. Então esse breve guia vai lhe mostrar de forma bem mais ou menos, quiçá equivocada, porém ao mesmo tempo útil, um apanhado geral do cenário com mais pompa que rola por aí. Tu não vai poder sair falando de peito cheio pros seus 2d4 amigo...
"Boobplate", realidade ou balela? P or Eduardo Fonseca Vieira Representação feminina de livro monástico, no boobs Lá pelos idos de 2013 uma moça chamada Emily Asher-Perrin destacou o fenômeno dos "seios envelopados" exibidos nas variadas representações que temos aí, cosplays, artes, games, séries e livros. Emily fez uma publicação comentando sobre a popularidade das "boob plates" em feiras medievais e eventos de cosplay e logo em seguida questiona a viabilidade prática que essas armaduras voluptuosas teriam. O primeiro argumento do questionamento é sobre o conforto e a vestibilidade de armaduras com essas formas. Aparentemente a autora tem razão, as armaduras de placas eram pesadas e necessitavam de camadas de fivelas e revestimentos internos para distribuir o peso, reduzir a abrasão e atenuar a transmissão de impactos (BLAIR, 1959). Alan Williams, no seu livro The Knight and the Blast Furnace (2003), corrobora com essa argumentação, na det...
Por uma teoria unificada das Fantasy Armors Armadura estilo Fortaleza Ambulante Existe uma lista de tópicos que costuma levantar intensos e memoráveis debates em fórums da internet. Apesar de desgastante, a enxurrada de posts digladiando acerca desses temas costuma ser, sob um olhar racional-sarcástico (?!?!), a principal força motriz que mantém alguns desses fórums vivos. Há quem diga que a razão de existência de alguns fórums é justamente criar Rage , fato defendido por inúmeros usuários de fórums como o /tg/ do 4chan e radicais do enworld.  Focando nos fórums, grupos de whatsapp, grupos de facebook ou qualquer message board sobre D&D e semelhantes, alguns temas costumam gerar Rage com extrema facilidade. É de difícil compreensão o que realmente faz com que as pessoas se dividam tanto sobre tais temas, supõe-se que exista alguma substância que permeie alguns objetos e que estimule um ódio completamente desproporcional  nas diferenças de opinião acerca de ...