Pular para o conteúdo principal

Blingdenstone


Mapa que fiz para Out of the Abyss. 

Pintura no Photoshop. Desenho a mão. Espero que lhes seja útil 

Comentários

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Você não vai chegar no nível 20 e o que o design do jogo tem a ver com isso

Você já deve ter buscado formas de otimizar seu personagem, já deve ter perguntado se vale mais a pena o talento x ou o talento y. Quem nunca? É justo saber se aquela ideia de um guerreiro com duas espadas é viável, ou se vale ter umas perícias a mais. A internet, munida de um exército de analistas de builds e theory-crafters, obviamente mapeou e norteou o que há de bom e o que há de ruim no PHB e demais suplementos. Porém, após anos observando algumas opiniões e pareceres, comecei a questionar certos dogmas. Por exemplo, vamos ao monge. O monge enfia o cacete nos primeiros níveis, mas progressivamente perde força nos níveis mais altos. O ranger faz a mesma coisa, com o Hunter’s Mark ou Hail of Thornes ele se mostra um poderoso combatente além de inúmeras habilidades fora do combate (algumas até boas demais para o bem andar de uma campanha). “O monge é desbalanceado, fica aquém nos níveis mais altos”. Reconhecemos que é verdade, mas é provável que você nem t...

Por que a Bounded Accuracy tornou a 5e mais ampla

“Como assim? Como um sistema com um espectro tão estreito pode tornar-se mais amplo? Isso é um absurdo!” É essa a percepção que eu tinha quando me deparei com os livros da 5e. Acostumado com o empilhamento de modificadores (principalmente da 3.x/PF), a possibilidade de ter no máximo um +11 [1] para acertar no 20º nível me pareceu frustrante. Isso abria a seguinte premissa: “poderia um incapaz acertar um semideus, mesmo que causando um dano irrelevante?”; na 5e a resposta é sim.  Os valores altos de CA não atingem mais que duas dezenas, a dificuldade dos testes não passa muito disso também, a granularidade numérica parece infinitamente menor... E como isso implica em mais possibilidades? Não seria um contrassenso? Essa pergunta pode ser respondida de duas formas, uma, a mais subjetiva, eu respondi no meu post "Como D&D um dia me fez ver o mundo meio torto"  (aqui abro literalmente um parêntese porque o argumento vai mais na percepção...

O Bom Mestre

Esse texto serve de nada se você quiser mentir pra si mesmo afim de provar que algo aqui está errado. Não é para testar sua capacidade ou seu mérito.  É um exercício de reflexão que me foi muito libertador, até mesmo como pessoa. O Bom Mestre Todos nós já estivemos lá. Ao menos todas as pessoas que costumam jogar com o papel de Mestre, Narrador, DM, enfim, essa função que todos sabem do que se trata. Sim, lá. Aquela cadeira central na távola redonda, como se tivéssemos um fardo enorme que nobremente carregávamos em prol da diversão coletiva. O mártir. O que se dedica. O que se entrega. Ele. O Bom Mestre.   Do alto da sua pré-adolescência você curtia quadrinhos, lia Harry Potter, as vezes Senhor dos Anéis, um tico de Bernard Cornwell, um mangá ou outro, e todo tipo de cultura geek que você se esbarrava. Ou nem tanto, você consumia só parte disso. Ou metade. De toda forma você tinha um círculo de amigos pra falar disso e n...